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Sebrae-SP lança o livreto para empresários lucrarem com ciclistas

Enquanto alguns comerciantes reclamam dizendo que as ciclovias atrapalham seus negócios, outros aproveitam para se adaptar e ganhar mais dinheiro! Pensando nisso, o SEBRAE lançou o livreto “Ciclo Oportunidades – Pedale e lucre mais com a mobilidade urbana”.

“A mobilidade urbana não é uma tendência, é uma realidade. Em vez  de ser visto como um obstáculo à geração de negócios, esse novo contexto pode ser entendido como uma oportunidade para as empresas criarem diferenciais competitivos”, explica Rodrigo Hisgail de Almeida”, consultor do Sebrae-SP.

Leia também o post A bicicleta é boa para economia.

É preciso que o empresário perceba que tanto o pedestre quanto o ciclista são os mais propensos a consumir no comércio de rua do que o motorista em um carro, que está ali só de passagem e que dificilmente vai estacionar e parar para consumir na sua loja.

O material orienta como o empresário pode adaptar sua empresa para receber os usuários de bicicleta, além trazer ideias de negócios baseadas nas necessidades das pessoas que usam a bicicleta como meio de transporte na cidade.

O material está disponível para download gratuito aqui.

 

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Resultado da Pesquisa do projeto pedalando na cidade

Postamos aqui, em janeiro, sobre a Pesquisa sobre a relação entre as cidades e os ciclistas.

A pesquisa tem o objetivo de entender a relação das pessoas com os meios de transporte de suas cidades, em especial, sua relação com bicicletas e ciclistas.
Ao todo foram 1093 respostas ao questionário e, como resultado, vários dados e ideias interessantes!

77% das pessoas responderam andar de bicicleta, porém apenas 32% do total disse que utiliza a bike como meio de transporte. A maioria das pessoas costuma usar a bicicleta de 3 a 4 vezes por semana

Além do questionário, também foi feita uma pesquisa com dados coletados em redes sociais. Só no twitter, foram coletados mais de 14.688 menções relacionadas ao uso da bicicleta entre os meses de novembro e dezembro de 2014.

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Pesquisa sobre a relação entre as cidades e os ciclistas

A empresa Thinking Insight está promovendo um estudo com o objetivo de entender a relação das pessoas com os meios de transporte de suas cidades, em especial, sua relação com bicicletas e ciclistas.

O resultado da pesquisa será disponibilizado para todos que tenham interesse de descobrir sobre esse universo da bicicleta e sobre um novo público consumidor que está crescendo cada vez mais!

“Dessa forma, esperamos contribuir para a construção de uma relação mais saudável entre ciclistas, motoristas e pedestres. Além disso, qualquer empresa prestadora de produtos e serviços, terá acesso a esse material para que possa entender melhor seu público – que à medida que cresce, vai se diversificando, criando novas demandas e se abrindo a novas ideias e oportunidades – e assim, oferecer atendimento mais compatível.”

Para ajudar, basta responder o formulário aqui.

É bem rapidinho e tem perguntas bem bacanas sobre o dia a dia de quem usa bicicleta :]

Veja que legal o vídeo que fizeram para a pesquisa:

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Bicicleta, uma máquina de vender

Décadas atrás, empresas de cigarros começaram a usar o lifestyle como propaganda. Liberdade, esporte, saúde e sucesso eram contraditoriamente associados às marcas. Contraditório um esportista fumando, mas as pessoas ao verem as propagandas da época ficavam com vontade de estar na pele do esportista, em praias desertas ou subindo montanhas com paisagens lindas. No final, após conquistar seu objetivo,  acendia-se um cigarro e, como mágica, a marca estava associada a algo bom e de desejo.
Essa técnica de publicidade é usada por grandes marcas até hoje. E a bola da vez é a bicicleta.

Propaganda antiga com cigarro e bicicleta. Chega a ser bizarra essa associação hoje né?
Propaganda antiga com cigarro e bicicleta. Chega a ser bizarra essa associação hoje, né?

Ela está em todo lugar: na propaganda de iogurte, de perfume, do banco e até mesmo no comercial do novo carro com IPI reduzido e parcelado em 50 vezes.
Isso é reflexo do fato da bicicleta ser o assunto do momento, mas também por ela ser legítima representante de um lifestyle ideal. Todo mundo simpatiza com a bicicleta, até o mais conservador tem o discurso: “Não sou contra as bicicletas, acho que é muito bom, mas…”

Será que o mascote andando de bicicleta deixa o produto mais saudável?
Será que o mascote andando de bicicleta deixa o produto mais saudável?

Tudo isso tem uma explicação: gerar uma conexão. Vem com ela a bagagem de uma vida saudável, feliz, jovem, ativa, livre, sustentável. Qual empresa não quer isso associado à sua marca??

“Conexão é a necessidade humana mais importante. Se a necessidade daquele cara fosse ir ao trabalho de carro, poderia ter comprado um Fusca. Mas ele comprou um Jeep, pois a necessidade de dizer que é bem sucedido é maior. ” Trecho retirado de um texto sobre marketing para seres humanos.
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Será que o Itau é bonzinho e amigo das bicicletas? Eles apoiam várias iniciativas ligadas à bicicleta, mas eles não tem nem paraciclo em suas agências…

 

Até mesmo as montadoras de carros tem apostado na imagem da bicicleta para alavancar as vendas:

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Propaganda de carro com um ciclista que fala que é um ótimo carro até mesmo para deixá-lo na garagem.
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Mitsubish também entrou na onda de que o legal é ter carro e bike.

Mas isso é bom ou é ruim?
Uma coisa é certa, todo esse hype em cima das bicicletas acaba por colocar em evidência o papel da bicicleta nas cidades. O que por um lado aproveita da imagem da bicicleta, por outro acaba por incluir cada vez mais a bicicleta no cotidiano das pessoas.

Se é bom ou ruim, não sabemos. Apesar daquele sentimento de que algumas marcas simplesmente estão explorando a imagem das bicicletas, é ótimo ver tanta bike por aí.

O que você acha? Comente! :)

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Menos carro, mais economia compartilhada

Acompanho o blog do Tiago Dória, um dos mais respeitados especialistas brasileiros em mídia e tecnologias emergentes, que está morando em Boston pois está fazendo pesquisas no MIT. Em novembro ele postou um texto muito interessante sobre as mudanças de comportamento que ele vem observando e faz uma análise bem legal aproximando Mobilidade e Tecnologia. Confira o texto na integra:

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“Eu não tenho carro!”. Quem diria, essa é a frase mais comum de se ouvir aqui em Boston, nos EUA. Cada vez menos os americanos estão dirigindo. E a mudança não é causada pela recente crise de 2008, mas sim pelo declínio da cultura do carro acompanhado do aumento da cultura digital, que tem como anexos conceitos de “economia compartilhada” e de um estilo de vida mais minimalista.

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